Progressistas ignoram possível responsabilidade do Wokismo pelo aumento da ameaça de assassinos em massa nos EUA, cujos perfis compartilham similaridades psicológicas, ideológicas e comportamentais que dificilmente são só coincidências
Entre 2019 e 2025, houve ao menos 10 assassinos em massa que teriam identificado-se como transgêneros, sendo um como ‘não-binário’. Porém, desses, 6 atacaram entre março de 2023 e agosto de 2025, ou seja, 60% nos últimos 2 anos. Por que esse perfil padrão e nesse período específico? O que incentivou tais indivíduos a atacarem exatamente nos últimos 2 anos? Qual o estopim? Primeiro, devemos verificar a veracidade dessas indentificações e levantar as declarações dos mesmos, evitando falsas notícias e desinformação. Depois, podemos investigar se o Wokismo tem alguma culpa.
Histórico Ressurge após Último Ataque
Após ataque em Minneapolis, em Minnesota, nesta quarta (27), com duas crianças assassinadas e 17 feridas, publicações no X levantaram os perfis dos últimos anos. Entretanto, enquanto jornalista, tenho o dever de verificar essas identificações, antes de investigar possíveis similaridades dos perfis e especular sobre a culpa do Wokismo. Abaixo, uma das imagens compartilhadas em publicações do prefeito democrata de Minneapolis, Jacob Frey, que aparenta maior preocupação com suposto ‘ódio transgênero’ e proibir as armas de fogo, do que com ações reais para proteger a comunidade.
De fato, esses assassinos em massa identificaram-se como trans? Bem, o Fact Check da Reuters confirmou que ao menos quatro dessa lista identificaram como transgêneros, sendo um ‘não-binário’ com preferência de pronomes “eles/ela. São: Maya ‘Alec’ Mckinney, Snochia Moseley, Audrey Hale e Anderson Lee Aldrich (este através dos advogados, com a imprensa questionando tratar-se de estratégia da defesa). Todavia, pelos próprios critérios do Wokismo, bastando declarar Sentir-se para Ser, não exclui-se Aldrich.
Audrey Hale tinha contas nas redes sociais nas quais usava os pronomes ‘ele/dele’ e o nome Aiden, segundo a NBC. Porém, o veículo afirma incorretamente que isso não significa que se identificasse como trans, mas significa, sim. Transgêneros acreditam tanto que ‘sentimentos’ como o uso errado de pronomes d’alguma forma valida suas ilusões acerca da própria condição, negando a genética. Ou seja, alguém que exige ser chamado por ‘seus pronomes’ identifica-se como trans – sendo outra discussão se é trans ‘fluída’ ou algumas das outras nomenclaturas. Conquanto o portal IG confirmou a informação.
Mas, e quanto aos outros?
Devon Erickson atuou junto com Maya, e aparece na imagem acima. Porém, ligou de dentro da prisão para uma namorada, e a promotoria usou como prova em seu caso. Ou seja, a menos que Devon seja trans e hétero, ele não é transgênero, e não encontrei provas dessa autoidentificação. Mas não significa que devemos descarta influências do Wokismo, como veremos.
O caso de Salvador Ramos parece mais fácil, pois não há registros confiáveis de que o assassino identificou-se como transgênero. Tampouco que pertenceria a alguma comunidade LGBT, sequer com alguma influência Woke. Ademais, parece um adolescente com problemas mentais muito sérios – possivelmente psicopata – e ligações com subcomunidades das redes sociais. Um padrão que encontramos nos ataques às escolas em 2023, inclusive no Brasil.
Também não há qualquer informação confiável sob a sexualidade ou qualquer influência de agenda trans e wokismo em Colt T. Gray. No entanto, o Yahoo! assumiu que havia simbolismo LGBT e Transgênero nas redes sociais de Dylan Butler. Assim como o governador da Flórida, Ron DeSantis, afirmou que a ideologia de gênero (agenda do wokismo) motivou Butler. “Era alguém muito ligado nessa ideologia de gênero, e você viu isso no perfil. Sabe, a mídia não quer falar muito sobre isso porque não se encaixa na narrativa deles”, declarou DeSantis.
Por fim, havia fotos de Kimbrady Carriker com os cabelos trançados e usando vestidos em seu Facebook, como assumiu a mídia woke Vice. Porém, não há outras evidências, ou declarações do próprio assassino, sobre sua sexualidade, ‘identificação’ como transgênero ou influência woke. Ao contrário, aparentemente apoiava a Segunda Emenda e criticava Joe Biden.
Os identificados!
Bem, temos 5 de 9 identificados, sendo Dylan Butler como um apoiador declarado, e possivelmente trans, principalmente pela forma de trajar-se. Portanto, somando ao assassino em massa de Minneapolis, temos 6 entre 10 confirmados, e mais 1 que apoiava a agenda LGBT, fã de Obama e supostamente registado no Democrata: Devon Erickson. Ou seja, temos 7 apoiadores (influenciados) do wokismo; ah! Erickson também expressava ódio aos cristãos.
Agora, por ordem de antiguidade, falemos de cada identificado e seus crimes confirmados.
Assassinos em Massa e Wokismo Transgênero
Começaremos por Snochia Moseley, que aos 26 anos, assassinou três colegas de trabalho, após atirar em 6 deles, em 20 de setembro de 2018. Contudo, um amigo e autoridades de Aberdeen, Maryland, confirmaram que Moseley ‘lutava’ com problemas mentais advindos de seus conflitos de identidade e sexualidade, segundo o Washington Post.
Mas também transgênero, Maya Mckinney – nome de guerra ‘Alec’ – e Devon Erickson assassinaram Kendrick Catillo (18), que tentou impedi-los, e feriram outros oito. O ataque ocorreu na escola Highlands Ranch, dem Denver, Colorado, em maio de 2019; ambos teriam se drogado com cocaína antes da ‘ação’. A justiça condenou Maya a perpétua, com possibilidade de pedir condicional em 40 anos menos o tempo presa aguardando julgamento. Mas Devon declarou-se inocente, não demonstrou o mínimo remorso (mesmo que falso) e pegou 1.282 anos.
Audrey Hale (28) atacou a escola cristã The Covenant, em Nashvile,Tennessee, a 27 de março de 2023, assassinando três adultos entre 60 e 61 anos e três alunos de 9 anos. A mulher de 28 anos entrou na escola após atirar nas portas de vidro, armada com dois fuzis e uma pistola. Porém, a polícia a abateu às 10h27 daquela manhã. A possível motivação seria ódio pelos pais cristão obrigarem-lhe a frequentar aquela escola cristã, quando criança. Mas não há confirmação, sendo o único indício a escola por uma escola cristã, como no caso de Minnesota.
Controversos
Lee Aldrich é o mais controverso, declarando não-binário. Todavia, só após assassinar 5 pessoas e ferir 25 numa balada gay, Club Q, em Colorado Springs, Colorado, a 19/20 de novembro de 2022. O homem afirmou através de seus advogados preferir os ‘pronomes’ eles/elas. Contudo, há apenas sua autoidentificação, apesar de ser filho d’um ex-ator pornôe ter ameaçado assassinar cristãos. Mas também há casos de ofensas raciais, contra gays e tutti quanti, expondo um indivíduo perturbado, que possivelmente odeia tudo e todos. Acusado de 305 crimes, condenado a 2.211 anos e mais 5 penas de prisão perpétua consecutivas, sem direito a liberdade condicional.
No entanto, suas maiores penas não advém dos 5 assassinatos, mas de 50 crimes de ódio federais… Sim, Lee Aldrich pegou 55 prisões perpétuas mais 190 anos consecutivos, por crimes de ódios, mas ‘apenas’ 5 prisões perpétuas por assassnatos. Bem, talvez o dois milênios pelas outras 300 acusações menores (do que assassinato) compensem?
Também controverso, Dylan Butler atacou a alunos e profissionais da Perry High School, em 04 de janeiro de 2024, assassinando uma criança da sexta série, Ahmir Jolliff, e o diretor, Dan Marburger, que morreu 10 dias depois. Mas a terceira ‘vítima’ seria o próprio assassino, que cometeu suicídio, às 07h39, após 24 minutos atirando nos alunos. Ademais, não houve mais vítimas fatais porque o diretor interviu, mesmo ferido, confrontando Butler, antes de ser novamente alvejado.
Todavia, a controvérsia está na tentativa da Vice e imprensa woke em negar que o aluno de 17 anos era transgênero. Quando há provas do comntrário em suas redes sociais, e as motivações de ‘bullying’ não tiveram confirmação da polícia, que o viu como alguém que queria morrer e levar outros consigo. Porém, uma publicação de Butler no momento do ataque usou a mesma música d’um dos assassinos de Columbine.
O Wokismo realmente influenciou esses Assassinos?
Há ataques em escolas, Igrejas e outras instituições e locais, como Cinemas, Clubes e Bares, nos EUA, há décadas. Logo, culpar o wokismo pelo surgimento e multiplicação de assassinos em série seria desonesto. Todavia, esse tipo de assassino sempre tem alguma motivação muito específica, seja incentivada por problemas mentais, ou péssima formação do imaginário moral, ou desespero (senti-se ‘sem saída’ em situações de suposta ‘grave injustiça’) etc. Portanto, jamais devemos excluir uma motivação ideológica, principalmente sabendo do potencial de destruição mental, psicológica, moral e até física das ideologias.
Oras, ditadores psicopatas como Stalin, Hitler, Mussolini, Pol Pot, Mao Tsé-Tung, Fidel Castro etc., são responsáveis pelo maior genocídio da história. Afinal, a ideologia que seguiam, e suas variantes, levou a mais de 100 milhões de mortos só no século XX, conforme obras como “O Livro Negro do Comunismo”, “A Grande Fome de Mao” e outras. Como negar a possibilidade d’um jovem tornar-se um assassino, alguém maligno, e massacrar 4, 10 ou 20 pessoas, por causa de ideologia? É fato que ideologias cegam, deturpam, corroem, e levam inocentes da guilhotina ao paredão de fuzilamento ou às câmara de gás, até à morte por inanição proposital.
Sendo assim, se o Wokismo não é responsável pelo surgimento dos assassinos em massa, não podemos descartá-lo como responsável pelo aumento dessa ameaça. Ou seja, por aumentar os fatores de risco que incentivam ou causam o surgimento de assassinos em massa. Piorando uma situação pré-existente, e pior, sendo algo recente na história da humanidade – algumas décadas -, logo, ainda impossível de mensurar o potencial do estrago.
Similaridades são Coincidências?
Ao observarmos os casos de que temos registro, observamos similaridades preocupantes. Por exemplo, todos adeptos de uma ideologia anti-cristã em seu cerne, com a maioria escolhendo alvos cristãos, e um deles expondo o desejo de matar cristãos. Também ocorreram num espaço de tempo ‘curto’, coincidentem no período de maior avanço e início de declínio da agenda woke. Por conseguinte, tal avanço final, como na Europa e em alguns estados americanos – como Minnesota -, alcançou declínio perceptível pelo abandono dos setores de Diversidade, Igualdade e Inclusão (DEA) por grandes empresas. Exatamente nesse período, quando o wokismo ‘cumpriu’ sua missão de implantar mudanças significativas na mentalidade coletiva e no imaginário moral, sendo abandonado aos poucos.
Qual atitude esperamos de um viciado abruptamente abandonado por seus traficantes? Apenas políticos e outros ideólogos como Jacob Frey não perceberam, ou não aceitam, a nova realidade de substituição da agenda Woke por uma agenda disfarçada de ‘conservadora’, o Eurasianismo de Dugin e Putin. Vender o problema (wokismo) para oferecer a falsa solução (putinismo), sob uma roupagem enganosa; um método revolucionária muy antigo. Ou a agenda de controle de internet e ataque à autoridade parental disfarçada de proteção às crianças, por aqueles que defenderam pedófilos, sexualização de crianças e crianças trans, é insuspeita?
A faixa etária é parecida na maioria dos casos, significando individíduos da mesma geração ou de gerações muito próximas, sendo que somos “homens de nossa época”. Outra similaridade é a participação nas chamadas ‘subcomunidades’, onde indivíduos ‘desajustados’ interagem, frequentemente incentivados por ‘agentes’ de grupos terroristas, domésticos ou estrangeiros. O antro das subcomunidades aparentemente é o Discord, usado por Salvador Ramos, Dylan Butler, Lee Aldrich e Colt Gray. Assim como Colt Gray, Dylan, Audrey, Devon e Maya e Robert Westman, escolheram alvos cristãos e/ou declararam ódios aos cristãos (Aldrich enquadra-se neste último).
O que prega o Wokismo?
A chamada ‘cultura’ woke, ou wokismo, defende programas e ações política, culturais, educacionais e sociais, que imponham a Agenda da Diversidade, Igualdade e Inclusão (DEI). Ou seja, uma transformação cultural que na prática obrigue os indivíduos a incluírem outros em sua convivência, empresas, atividades etc., baseado em critérios como sexo, sexualidade, cor, etnia, distúrbios mentais (movimento antimanicomial) entre outros.
O discurso woke incute no imaginário dessas pessoas que são vítimas de uma sociedade maligna, opressora e que as odeia. Portanto, devem lutar para impor sua aceitação, validação e presença em locais privados, bem como quaisquer ações advindas de seus desejos. Ademais, convencem tais indivíduos de que nada fazem além da luta por direitos inerentes – como se obrigar o mundo a participar das próprias ilusões e realizar seus desejos fosse algum direito.
Claro, nenhum woke assumirá, gritarão “fake news” e procurarão um “lugar seguro” para econderem-se, ou usarão palavras difíceis e bonitas, técnicas de manipulação e mais. Mas seus discursos com frases rasas e de efeito, só engana quem deseja ardentemente ser eganado, desde que essa enganação afirme o que já acredita. Infelizmente, indivíduos desajustados, com transtornos mentais, problemas familiares graves etc., são alvos fáceis.
Mas há perigo real ao ponto de produzir assassinos em massa? Bem, experimente entrar num grupo ou comunidade woke nas redes sociais e falar algo contrário; depois conte quantas ameaças de morte, desejos de que seus filhos sejam estuprados, xingamentos etc., receberás. Para ter-se melhor ideia, os Antifas e participam dessa Agenda, sendo seu ‘braço de violência’, assim como as organizações Black Lives Matter (EUA), Ação Palestina (Reino Unido) e Entregadores Antifascistas (Brasil). Mas também feministas que depredam e agridem indivíduos rezando, ou só tocando uma música, ou segurando cartazes.
Tendências Psiquiátricas Preocupantes
Em 2023, um homossexual empurrou uma idosa, que bateu a cabeça e quebrou o fêmur, por sentir-se ameaçado pela sua presença, por ele ser… homossexual. Ou seja, acredita fielmente no discurso de que sua sexualidade torna-o odiado pela ‘sociedade’, especialmente indivíduos brancas e héteros. Mas sem esquecer que também chama esse suposto ‘ódio’ de ‘retrógrado; um tipo de herança ou ‘tradição’, possivelmente aumentando a hostilidade contra idosos. E a qual Agenda pertence esse discurso mesmo? Querem mais?
Um idoso assassinou outro idoso em Pernambuco, supostamente porque a vítima cometeu ‘homofobia’ contra a filha trans do assassino. Outro assassinou o vizinho por ‘provocações transfóbicas’ contra o filho, em Maceió, e se publicar ambas as matéria num grupo woke do Facebook, quais as chances de culparem as vítimas de assassinato? E o caso do menino Rhuan, multilado e assassinado pela mãe e madastra, por ser menino? Todavia, não são casos isolados, apenas não cabem todos os casos num único artigo, sequer num livro, talvez numa coleção.
Também há um estudo dos pesquisadores Richard Bränström e John E. Pachankis, que após revisado pelos mesmos, concluiu pela inexistência de vantagens à saúde mental de pessoas que realizam a chamada transição de gênero. Ademais, há maior tendência a transtornos mentais como depressão, ansiedade e ideações suicidas nessa população, confirmada por inúmeros estudos. Mas também podem desenvolver maior tendência ao homicídio, posto que geralmente aderem ao discurso do wokismo que culpa suas famílias, a sociedade e, especialmente, os cristãos por esses transtornos?
Estudos sobre Saúde Mental em Trans
Segundo estudo do American College of Pediatricians, indivíduos que passam pela ‘transição de gênero’ tendem a isolar-se psicosocialmente. Todavia, também criticam o tratamento da ‘transsexualidade’ com reafirmação e cirurgias que adequem a aparência física externa à tal ilusão. Mas também alerta às pressões políticas que estrangularam os profissionais no tratamento de adolescentes que identificam-se como transgêneros por influências das mídias sociais ou ‘contágio social’ (adivinhem).
O College também vê com preocupação a tendência crescente entre adolescentes de se autodiagnosticarem como transgêneros após passarem períodos longos em sites de mídia social. Muitos desses adolescentes vão procurar um terapeuta depois de se autoidentificarem, mas muitos Estados foram obrigados, devido a pressões políticas não científicas, a proibir a chamada “terapia de conversão”. Essa proibição impede os terapeutas de se aprofundar não apenas nas atrações e identidade sexual do jovem, mas também em sua identidade de gênero. Os terapeutas não são autorizados a perguntar por que o adolescente se acredita transgênero; eles não podem explorar as questões de saúde mental subjacentes; não podem levar em conta a natureza simbólica da disforia de gênero e não podem levar em conta possíveis questões que estejam confundindo o problema, como o uso de mídias sociais ou o contágio social.
O estudo sueco “Long-Term Follow-Up of Transsexual Persons Undergoing Sex Reassignment Surgery: Cohort Study in Sweden” (2011), durante 30 anos identificou a degrradação psiquiátrica em transsexuais, mesmo após a cirurgia de ‘redesignação’.
As pessoas com transexualismo, após passarem pela redesignação sexual, apresentam riscos de mortalidade, comportamento suicida e morbidez psiquiátrica consideravelmente mais elevados que a população geral. Nossas descobertas sugerem que a redesignação sexual, embora alivie a disforia de gênero, talvez não seja o bastante como tratamento do transexualismo e deve inspirar atendimento psiquiátrico e somático melhor para esse grupo de pacientes após passarem pela redesignação sexual.
Mas o Wokismo incentiva ou não o surgimento de Assassinos em Massa?
O wokismo icentiva a ‘transição de gênero’, a reafirmação e imposição coletiva na ilusão, e culpa a ‘discriminação’ e o ‘discurso de ódio’ pelo sofrimento e transtornos mentais dos trassexuais (ansiedade, depressão, ideações suicidas etc.). Porém, se a tal redesignação não funciona e a degradação da saúde mental continua, se as pessoas resistem às tentativas de boicote, censura, perseguição política e ativismo judicial. Por fim, se nada melhora, mas piora, e a culpa é dos cristãos, da família, da sociedade etc., o que sobra a tais indivíduos?
Principalmente quando o wokismo entra em declínio, começa a perder força e ser abandonado por seus criadores e financiadores? Ou quando sua realidade vem abaixo por publicações científicas dos próprios ‘veículos’, como o Journal of LGBT Health, em 2008. Que constatou (Burgess D, Lee R, Tran A, van Ryn M. Effects of Perceived Discrimination on Mental Health and Mental Health Services Utilization Among Gay, Lesbian, Bisexual and Transgender Persons. Journal of LGBT Health Research, 2008, número 3(4), pp. 1-14):
A discriminação não explica as discrepâncias de saúde mental entre indivíduos que se identificam como LGBT e a população heterossexual.
Não afirmo que trata-se de coitadinhos levados a cometer atrocidades por uma ideologia perversa, opressiva e maligna. Mas indivíduos cujo imaginário impregando por essa ideologia pode significativamente colaborar na piora ou surgimento de transtornos graves. Assim como a proibição de fornecer tratamento adequado pelas pressões políticas dos adeptos do wokismo. Também não descarta-se a possibilidade de indução ao ódio direcionados aos supostos culpados, usados como bodes expiatórios e vitimados nos ataques desses assassinos em massa específicos.
No próximo Cairu Cast traremos as orientações de especialistas. Fique atento!