A Censura vinda de cima ignora a necessidade de se chamar os pais para conversar sobre normas de convivência e Autoridade Parental
Não signifca que toda censura está errada, ou sequer deve existe. Porém, as normas de convivêcia numa sociedade saudável vêm de baixo para cima. Ou seja, da boa e clara comunicação entre os seus membros, que herdaram a comunidade de almas que forma aquela sociedade. Nesse âmbito, quando se fala em educação (inclusive a digital) deve-se consultar os pais e, se necessário, reforçar sua autoridade parental e responsabilidades em relação aos filhos. Jamais usar o Estado como babá, tampouco substituto.
Ouça o CairuCast #3, no qual Henrique Weizenmann complementa seu artigo “Limites da Censura: Entre Autoritarismo e o Bom Senso“. Entenda por qual motivo não devemos permitir que ideólogos ou quaisquer políticos ou indivíduos poderoso usem sua influência para aproveitar o vídeo do Felca e impor uma Lei de ‘Adultização’. Ou seja, remover a Autoridade Parental e subtituir pelas decisões centralizadas no Estado; pior, a censura através dos agentes ‘estatais’. Mas também não devemos cair no discurso exagerado de ausência de qualquer censura, quando sequer compreendemos corretamente o significado do termo, conhecendo somente seu lado negativo.
Ouça o CairuCast #3
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PARA VOCÊ
Diretor de Estratégia do Instituto Visconde de Cairu (IVCAIRU).
Formado em Jornalismo pela PUCRS, com mestrado em Comunicação Social, também pela PUCRS, e especialização em psicopedagogia. Acompanho o cenário cultural desde jovem, com o principal motivador para os estudos de imaginário sendo a observação do quanto os colegas copiavam os personagens de filmes e livros que liam.
Possui alguns artigos científicos publicados sobre a temática de jogos digitais, tendo escrito para BSM e Adrenaline.
Pesquisa, de maneira independente, a formação do imaginário e a cultura “nerd”, “geek” e “gamer”, mas é difícil fazer a separação rigorosa quando animes e jogos possuem uma influência mitológica mais intensa que parte da literatura pop. Tanto que o autor é crítico de quem cita Júlio César a partir de O Cavaleiro das Trevas.





