EUA eliminou o tirano e “Líder Supremo” da ditadura islâmica do Irã, e mundo observa se o regime cairá ou o povo continuará escravo
O presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, anunciou a morte do “Líder Supremo” da ditadura islâmica do Irã, Ali Khamenei. Portanto, após quase quatro décadas oprimindo os iranianos, o tirano acabou eliminado pelo “diabo americano”. Assim como os venezuelanos aguardam para descobrirem se a deposição e prisão do ditador Nicolás Maduro lhes devolverá a liberdade, também esperam os iranianos.
Líder Supremo e Ditador
Khamenei assumiu a presidência do Irã dois anos após a revolução – incitada e financiada pela União Soviética (1979) -, que depôs o monarca, Reza Xá Pahlavi. Assim, ficou nesse cargo até 1989, quando tornou-se o “Líder Supremo” da ditadura, a qual chamam “República Islâmica”. Todavia, tendo subido ao poder através de um golpe arquitetado, instigado e financiado pela KGB, Khamenei aliou-se à Rússia, em oposição aos EUA. E isso durante a Guerra Fria, no ano que a URSS também invadiu o Afeganistão.
Desde então, o Irã serviu como satélite russo na região. Sendo assim, a ditadura sobreviveu através de negócios expansivos com Moscou, principalmente no ramo do petróleo. Do Kremlin, recebeu armas e tecnologia bélica, para manter-se como fator de ameaça e desestabilização no Oriente Médio. O tirano era o principal inimigo, ameaça e financiador do terrorismo contra Israel. Todos esses fatos encontram-se expostos por ex-agentes e militares de alta patente dos serviços secretos da URSS. Como Ladislav Bittman, Ion Mihai Pacepa e Jan Sejna.
Resta saber se a morte do tirano libertará mesmo o povo do Irã. Talvez, até restaurando a monarquia. Logo, o filho do último Xá, o príncipe Reza Pahlavi, parece nutrir essa esperança, principalmente após diversas manifestações populares.
